Casa pé na areia em praia privativa, dentro de condomínio fechado, de frente para a Ilha de Santo Aleixo. Oito suítes, equipe completa e a discrição de um trecho de costa onde quase não se passa.
Arquitetura de Pedro Motta e Márcia Nejaim, paisagismo de Maurício Prada. A Villa Capri foi concebida para uma hospedagem exclusiva, sofisticada e inteiramente privativa — uma casa de família em escala de villa, com estrutura para grandes grupos e cantos reservados para quem quer sumir.
A locação é da casa inteira, com equipe dedicada. Nada é compartilhado: nem a piscina, nem o gazebo, nem o trecho de praia à frente.
A casa se organiza em torno de um living de pé-direito duplo, coberto por uma estrutura de troncos aparentes. Dali tudo se abre: de um lado a mesa de jantar que recebe o grupo inteiro de uma vez, do outro a varanda que corre até a piscina. O mar aparece de quase todos os pontos — inclusive de dentro, atravessando a casa.
Quem chega pela rua encontra muxarabis de madeira, um jardim denso e uma porta maciça — nada se vê de dentro. Do outro lado, a casa se abre inteira: os panos de vidro correm, o living vira varanda e a varanda vira deck, piscina e areia, sem uma porta no caminho.
É a mesma decisão de projeto que sustenta a promessa de privacidade: a casa guarda as costas para quem passa e entrega tudo para quem está dentro.
Distribuição pensada para grupos de famílias: os casais em andar próprio, as crianças em suítes coletivas e uma suíte no térreo para quem precisa de acesso sem escadas.
Cada suíte infantil tem seis camas em móveis planejados sob medida, com escada, nichos e luz de leitura individual. As duas somam doze lugares — as crianças ficam juntas, e o andar dos casais permanece tranquilo.
Duas lâminas em níveis diferentes, borda infinita apontada para o mar e um canteiro de coqueiros no meio da água. Na prainha rasa as espreguiçadeiras ficam dentro da piscina — é onde o dia costuma começar e terminar.
A Hijau é extraída de rocha vulcânica em Sukabumi, na Indonésia, e muda de tom conforme a luz — verde ao meio-dia, azul no fim da tarde. É o que faz a piscina parecer uma continuação do mar que está a alguns metros dali. E quem passa o dia inteiro dentro d'água sai sem olho vermelho e sem cabelo ressecado; com crianças, a diferença aparece já no segundo dia.






Não é uma churrasqueira coberta: é um pavilhão fechado em vidro, com a cozinha gourmet dentro, mesa redonda para o grupo todo, bancada alta com banquetas e vista para o mar. Funciona como uma segunda casa.
Na prática, é onde a festa acontece — e onde ela fica. A noite pode virar no gazebo sem que ninguém perturbe quem foi dormir na casa principal, e um temporal de fim de tarde não muda o programa: fecham-se os vidros e o jantar segue.
Toquinho fecha o litoral de Ipojuca ao sul. O condomínio ocupa uma península inteira: de um lado o mar aberto e a praia privativa, do outro o rio, onde ficam as casas de beira-d'água e a marina — de onde se sai de barco direto para o mar, sem reboque e sem rampa pública. A Ilha de Santo Aleixo fica exatamente em frente. Serrambi, Porto de Galinhas e a Praia dos Carneiros estão a poucos minutos, por terra ou por mar.
Bem em frente à casa. Mergulho, snorkel e naufrágios; a travessia de lancha leva minutos.
Coqueiral, foz do rio Formoso e a igrejinha de São Benedito. Passeio de dia inteiro, de barco ou de carro.
Piscinas de recife que aparecem na maré baixa — água morna e rasa, do tamanho de uma criança em pé.
Todos os dias, das 8h às 22h.
Reforço de equipe. Para grupos acima de 10 hóspedes, recomendamos profissionais adicionais, mediante disponibilidade: garçons, auxiliares de cozinha, arrumadeiras, bartender e churrasqueiro. Um motorista também pode ser contratado para toda a estadia, à disposição da casa.
Para dar conta disso existe uma cozinha de serviço própria, separada da área social: fogão industrial de oito bocas com dois fornos e câmara fria para o abastecimento da semana. É o que permite servir vinte e quatro pessoas sem que a casa vire um restaurante.
Chegam de manhã com a pesca ainda molhada — lagosta, camarão, polvo, peixe e caranguejo — e é o hóspede quem escolhe o que vai para a mesa naquele dia. O chef cuida do resto.
É por isso que não existe cardápio fixo aqui. Existe fartura: sete cardápios completos, café da manhã nordestino todos os dias, almoço e jantar montados com o que o mar deu, e sobremesa típica no fim de cada refeição.
Acima, uma amostra. Os sete cardápios completos — café da manhã, almoço, jantar, saladas, petiscos de barco, kids e sobremesas — seguem junto com a proposta.
Todos os serviços adicionais estão sujeitos à disponibilidade. Quanto antes chegar o pedido, melhor conseguimos organizar cada detalhe.
Aniversários e confraternizações são organizados pelo nosso concierge. Para eventos é necessária a contratação de equipe exclusiva — garçons, cozinha, limpeza e demais profissionais —, de modo que a equipe fixa da Villa Capri permaneça dedicada apenas aos hóspedes.
Para preservar a tranquilidade de todos, pedimos o cumprimento das normas do condomínio, em especial quanto aos horários permitidos para emissão de som e realização de eventos.
A água de coco chega com a marca da casa gravada. O caminho até a areia acende ao anoitecer. O lavabo do jardim tem cuba de pedra bruta e orquídea trocada toda semana.
São coisas pequenas demais para entrar num anúncio e grandes o bastante para o hóspede lembrar.
A Villa Capri é alugada por temporada, com a casa inteira e equipe dedicada. Réveillon e Carnaval são pacotes fechados; os demais períodos seguem estadia mínima.
Envie o período desejado e o número de hóspedes pelo WhatsApp e retornamos com disponibilidade e proposta.
Em períodos de alta procura, a quantidade mínima de noites pode ser ajustada conforme disponibilidade e calendário.
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